Emoções...: abril 2005

quinta-feira, abril 28, 2005

Relaxante...

Wake up and is still night out there

There, where you are
you know we always
need someone to have in our harms
to kiss, and tell him sweet words
with the greatest love in the world.
You see, sometimes we feel
like empty and all we want to do
is call him and have a swim on her eyes
as if it was an ocean of love.
All I want to be is by your side
Just right by your side
Just looking at you.
I love more then I can say
it's just as if you were
part of me
part of my heart
part of my hair
part of my face that you kiss
so many times.
But now, all we have to do
is to think of each other
and be together all day long
as if we were in the same place.
Now all I may say
is all you just know
cause you're into my heart!

terça-feira, abril 26, 2005

Como uma flor que se abre para o mundo...

domingo, abril 17, 2005

Como num rastilho, a minha alma fizeste arder...

Carências ou Narcisismos!

Pela primeira vez, escrevo após ter visto mais de cem blog's.
É impossivel definir o que sinto ao ler alguns dos textos e seguidamente os seus comentários.
Ou anda toda a gente a bajolar-se mutuamente ou então anda todo o mundo carente de afectos.
Só que afectos digitais, não deixam de ser isso mesmo.
Palavras falsas, que quando verdadeiras se escondem por detrás de um teclado.
Não tenho a presunção de ser o melhor nestes blog's ao criticar, mas que me deixa deveras deprimido, ver a falta de originalidade, de vontades próprias, de criatividade de alguns é desesperante. Por vezes surgem lufadas de ar fresco ao encontrar blog's demasiado bons para serem simplesmente blog's, mas para esses limito-me a dizer que não tenham medo e arrisquem algo mais na sua vida e transportem essa criatividade para o papel correcto, que são os livros e não os computadores.
A todos os blog's aproveito para manisfestar simplesmente que nunca serei capaz de comentar ninguém pelo simples prazer de obter respostas, bem como nunca criticar aqueles que não me agradarem, quanto aos bons, a esses deixo o meu prazer da sua leitura e de vez em quando um pesar de não os ler noutro sitio que não o PC.
Deste que cada vez mais detesta computadores e cada vez mais sente o prazer da companhia das pessoas e das boas conversas à moda antiga...!

Luis

quarta-feira, abril 13, 2005

Palavras...

Agora me dou conta das palavras,
da sua crueza,
da sua ferocidade.
As palavras
ás vezes
são ferros estrangulados na garganta...
ou no coração.
As palavras
são tantas vezes agrilhoadas
...
mas ás vezes as palavras são.
São como punhais,
punhais no coração da espera
que se abala com as palavras.
Com as palavras que se escapam
por entre as mãos fechadas.
Quantas vezes quis pôr-lhes rédeas
e quantas vezes,
como os cavalos selvagens
elas se escapuliram
e se libertaram da minha boca.
Ás vezes
o que mais queria,
era apanhá-las no ar
Uma a Uma
e guardá-las de novo comigo,
para depois serem...
ás vezes as palavras...
ás vezes ideias.

quinta-feira, abril 07, 2005

A ti me agarrei para não me afogar...

Pelos teus olhos!

Agora sei:
Um fio de água
à deriva
entre os dedos
é só o que tenho
para te dar.

terça-feira, abril 05, 2005

A solução!

Desde os primórdios...

A pureza da água num voo de pomba...

Foi Assim...

Foi assim...

Simples!

Foi como apanhar o vento
e entrelaça-lo no cabelo.
Foi como se as minhas mãos
agarrassem o Sol.

foi Simples...

Simples como um rio
como um beijo de água doce.
Foi um entrelaçar de mãos
e olhos.
Foi um pacto
selado com um grito,
um grito de amor inventado.

foi Simples...

Foste tu...fui eu...
Fomos Nós.
Foi assim...Simples.

domingo, abril 03, 2005

...

A Morte...

Quando vier, se vier,
de ombros nús e cabelo ao vento,
que venha silenciosa e sem dor.
Que me encontre a dormir,
sereno em teus braços.
Queria que depois,
as flores, as cores da nossa imaginação,
ficassem para sempre a bailar no ar.
E depois,...
Depois queria ainda,
uma corda, uma ponte feita de conchas,
de algas, de corais e raios de sol nascente.
E no fim de tudo,
só não queria uma coisa...
a única que me faria morrer.
Só não queria a saudade,
nem que fosse feita de Lua e Estrelas.

Só não queria...

sábado, abril 02, 2005

Equação do Amor...!

Um nada. Um Tudo....

...
ou será que as abstracções são contáveis.
Talvez um resto de unhas ruidas sem saber porquê.
Talvez umas pontas de cigarro já apagadas e esquecidas.
Talvez uma caneta vazia que já escreveu o que tinha a escrever
e que deixou no tinteiro as coisas mais belas
e só serviu de lâmina aguda e cortante.
Talvez...
Talvez uma gota de chuva que já percorreu o ar que respiramos e sentimos.
Talvez uma folha de papel cheia de palavras fúteis.
Talvez um cheiro a terra molhada da chuva á vida de pés descalços.
Talvez um mar calmo sedento de sonhos e ideais.
Talvez uma nota de banco que apaga os esforços de um corpo cansado
...
ou que até nem paga.
Talvez uma confusão de ruídos vindos de não sei onde, não sei como.
Talvez...
Talvez umas mãos estendidas que esperam o fingimento de bondade
e caridade das pessoas iguais aos numeros.
Talvez uma sensação vazia de alguém que está... vazia.
Talvez um bando de pardais nos fios telefónicos.
Talvez o coração aberto a uns breves instantes.
Talvez a espera de uma hora.
Talvez a chuva que cai... indiferente.
Talvez uma lágrima que rola por entre os sonhos desfeitos e flores mortas.
Talvez as pessoas sintam isso.
Talvez aprendam que a Vida pode ser um dia, uma hora, um minuto,
que a Vida pode ser uma coisa bela e insignificante, tão cheia de nada...
e de tudo...
ou será que as abstracções são contáveis.
Talvez!?.